O presidente da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues, afirmou, ontem, que a União de Freguesias de Lomar e Arcos será aquela que, nos próximos anos, mais vai crescer, em termos de novos empreendimentos e de capacidade construtiva, em virtude da última revisão e da reclassificação de solos do Plano Diretor Municipal (PDM) de Braga.
Enaltecendo o trabalho desenvolvido pelo executivo da União de Freguesias de Lomar e Arcos, e dirigindo-se a um auditório cheio de lomarenses e arcoenses, João Rodrigues vincou que «se a cidade vai crescer muito, esta união de freguesias deverá crescer, se calhar, acima da média das outras freguesias e das outras uniões de freguesia do concelho, que são 37».
Perante esta perspetiva de crescimento, o autarca considerou muito importantes as mais-valias reveladas neste Dia da Freguesia, nomeadamente a existência de um movimento associativo e de uma comunidade forte, unida por laços, que consiga ultrapassar as dificuldades que o crescimento generalizado possa trazer.
À margem da sua intervenção, em declarações aos jornalistas, João Rodrigues referira-se já a algumas das reabilitações que vão decorrer naquela União de Freguesias, integrando-as num plano mais alargado de intervenção nas vias, que será apresentado de forma mais exaustiva nas próximas semanas, e que prevê a intervenção em mais de uma centena de arruamentos municipais.

O edil referiu-se em concreto à aprovação do projeto da Rua dos Presidentes, em Lomar, um projeto que se arrastava há vários anos, ficando assim desbloqueado um dos grandes problemas de entrada na freguesia. Aludiu também à aprovação de uma intervenção de mais de 200 mil euros na Rua de Souto Noval.
João Rodrigues foi também interpelado, por um conjunto de moradores a propósito da questão da Rua das Regadinhas, localizada entre Nogueira e Lomar, uma intervenção que o presidente assegurou que já faz parte do rol de intervenções previsto.
Para o edil bracarense é sobretudo importante preparar a freguesia para o crescimento que irá sofrer nos próximos anos.
«Esta é uma freguesia que passa a ter uma capacidade de construção muito maior do que aquela que tinha, que tem que ser acompanhada da construção de infraestruturas, de equipamentos e de espaços verdes que garantam que as pessoas não apenas moram ou trabalham aqui, mas têm nos equipamentos do espaço público as condições necessárias para viverem melhor aqui, que é isso que nos interessa», sublinhou João Rodrigues.