O Arcebispo Metropolita de Braga, D. José Cordeiro, vai estar amanhã, dia 5 de janeiro, na cerimónia de apresentação de um projeto colaborativo entre a Irmandade de São Bento da Porta Aberta e a comunidade religiosa da Monjas Trapistas do Palaçoulo, instaladas no mosteiro recentemente inaugurado na diocese de Bragança-Miranda.
Segundo o Departamento Arquidiocesano para a Comunicação Social, a ação colaborativa entre a Irmandade de São Bento da Porta Aberta e as Monjas da Ordem Cisterciense de Estrita Observância (Trapista) de Vitorchiano, de origem italiana, passa pelo lançamento conjunto do e um «doce desenvolvido em colaboração com as Monjas Trapistas de Palaçoulo», que terá a designação de “Biscoitos de São Bento”.
O projeto, que poderá abrir a porta a futuras colaborações - as Monjas Trapistas são famosas pela criação de produtos gastronómicos conventuais , vai ser apresentado no âmbito de uma iniciativa que vai decorrer no Capela da Adoração Permanente do Santuário de São Bento da Porta Aberta, que tem início marcado paras as 17h00.
De referir que, juntamente com o Arcebispo Metropolita de Braga e Primaz das Espanhas, vão também estar o Padre Miguel Paulo Simões, que é o presidente da Irmandade de São Bento da Porta, além de duas Irmãs de Palaçoulo.
As Monjas Trapista Mosteiro do Palaçoulo levantam-se todos os dias às 3h40 e às 4h00 já estão na igreja, onde vão sete vezes por dia.
Além da intensa vida espiritual e de dedicação à comunidade - o Mosteiro tem sempre as portas abertas para retiros de jovens, as Irmãs do Palaçoulo assumem também o desfio de tornar fecunda uma terra em que as amendoeiras já deram bom fruto. O desafio é continuar o trabalho ligado
à terra, depois de a plantação de um vinha ter sido bem sucedida.
Convém salientar que a produção de compotas, biscoitos e outros bens para venda – as encomendas podem ser feitas online – é «o desafio» que as Irmãs concretizam diariamente para «ganhar a vida e poder acolher» quem bate à porta do Mosteiro para ficar ou para descansar.