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Folar e cabrito abrem apetite para visitar Carrazeda de Ansiães

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Fotografia DR

Luísa Teresa Ribeiro

Chefe de Redação

Publicado em 21 de março de 2024, às 08:26

Tradição dos sabores da época de Páscoa.

Carrazeda de Ansiães promove, de 28 a 30 de março, a Feira do Folar e dos Produtos da Terra, a coincidir com o Fim de Semana Gastronómico do Cabrito, prometendo atrair visitantes com a tradição dos sabores pascais preservados por este concelho do distrito de Bragança.

Na Feira do Folar vão estar presentes 40 produtores, sendo 13 de folar e os restantes de enchidos, frutos secos, mel, cogumelos, azeite, vinho, pastelaria variada, queijos e azeite.

«A Feira do Folar não é um evento de grande dimensão em tamanho, o número de expositores não é muito grande, até porque a maioria são pequenos produtores locais, que trabalham com quantidades muito reduzidas. Estes são produtos exclusivos, e isso torna este evento muito importante», explica o presidente da Câmara Municipal, João Gonçalves.

O certame tem um espaço de convívio, diversão e promoção cultural. Existe em permanência um espaço para crianças, há animação musical contínua, demonstração de artes marciais, a cargo da Associação Atleta de Ansiães, atuações da Escola de Música e Dança, um ateliê de olaria, concertos e provas de queijos e de vinhos.

O evento encerra com um momento cultural intermunicipal, o Festival Douro Superior com Vida e Movimento, promovido pela Associação de Municípios do Douro Superior, com a participação dos Municípios de Mogadouro, Miranda do Douro, Vila Nova de Foz Côa e Carrazeda de Ansiães.

Por seu tuno, o Festival do Cabrito de Carrazeda de Ansiães, integrado nos Fins de Semana Gastronómicos promovidos pela Entidade Regional de Turismo Porto e Norte, envolve dez restaurantes locais.

Durante o período em que decorre este festival, em refeições de cabrito de valor superior a 30 euros, o Município oferece uma garrafa de vinho de um produtor local.

«Consome-se tradição e autenticidade, sabores genuínos e inconfundíveis», defende o autarca, referindo que, para além da componente económica que estes eventos representam para a economia local, há «o despertar de memórias, com origem em sabores e odores, irreplicáveis em qualquer outro lugar».