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Cabaz alimentar sobe 1,48 euros na última semana para 253,55 euros

Fotografia DR

Redação/Lusa

Publicado em 19 de agosto de 2026, às 12:40

Depois de uma ligeira queda na semana passada, o valor volta a aumentar, segundo a DECO

O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela Deco Proteste voltou a subir 1,48 euros na última semana, fixando-se nos 253,55 euros, informou hoje a associação de defesa do consumidor.

Depois de ter caído 1,53 euros na semana anterior (252,07 euros), “o cabaz alimentar monitorizado pela Deco Proteste, organização de defesa do consumidor, custa esta semana 253,55 euros, o que representa um aumento na ordem dos 1,48 euros”, lê-se na informação divulgada.

A cesta alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.

Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.

Entre 12 e 19 de agosto, o atum posta em óleo vegetal registou um aumento de 16% para 1,59 euros, a farinha para bolos subiu 10% para os 1,83 euros e o feijão manteiga registou um acréscimo de 10%, para 1,50 euros, os produtos com maiores aumentos de preços.

No início do ano, para comprar o mesmo cabaz composto por 63 produtos, os consumidores gastavam menos 11,73 euros (menos 4,85%).

Segundo a Deco Proteste, há um ano, era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 12,25 euros (menos 5,08%).

Já no início de 2022, era possível gastar menos 65,85 euros (uma diferença de 35,08%).

Em relação ao ano passado, a maior subida de preço verificou-se em produtos como a couve-coração (24% custando atualmente 1,94 euros por quilograma), o bacalhau graúdo (24% custando atualmente 19,56 euros por quilograma), e o robalo (22% custando atualmente 10,06 euros por quilograma).

Desde 05 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (119% para 12,76 euros por quilograma), a couve-coração (95% para 1,94 euros) e o bacalhau graúdo (85% para 19,56 euros por quilograma).