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Instalação de videovigilância em Braga à espera de parecer final da PSP

Fotografia Francisco de Assis

Francisco de Assis

Jornalista

Publicado em 21 de setembro de 2026, às 20:56

revelação feita esta tarde, na Reunião de Câmara, após pergunta do movimento AMAR e Servir Braga

A instalação de câmaras de videovigilância no centro histórico de Braga está depende do parecer final da Polícia de Segurança Pública (PSP). A revelação foi feita esta tarde pelo presidente da Câmara de Braga, João Rodrigues, após pergunta dos vereadores do movimento independente Amar e Servir Braga (ASB), no período antes da ordem do  dia, da Reunião do Executivo Municipal de Braga.

Questionado pelos jornalistas no final da reunião, o autarca garantiu que o município já emitiu toda a documentação que era da sua responsabilidade, estando agora à espera da PSP.

«Agora, temos de esperar que a Polícia de Segurança Pública dê a opinião final e dê o parecer final para podermos instalar as câmaras de videovigilância (…). Não é a câmara municipal que quer instalar uma câmara aqui ou acolá. É sempre ao contrário, as forças de segurança é que nos dizem aquilo que entendem que deve ser colocado no território municipal», explicou João Rodrigues.

Na mesma reunião, o vereador do PS, Pedro Sousa, levantou a questão da falta de vagas nas creches. Tomando as “dores” das famílias que recorrentemente se queixam da falta de vagas e reconhecendo que se trata de um problema que é transversal a todo o país,  o vereador socialista propõe um debate sério sobre um programa municipal para o investimento em creches.

Por seu turno, o vereador do Chega, Filipe Aguiar, voltou a pedir atenção ao perigo para a saúde pública que a reabertura das minas da Borralha pode representar.

Quanto a Rui Rocha, do IL, questionou a localização da estação do TGV em Semelhe, perguntou se o Plano Rodoviário de Braga «caiu em algum buraco» e desafiou o presidente da Câmara a pedir mais polícias para Braga.

Na mesma reunião, o presidente da Câmara de Braga, João Rodrigues considerou que a aprovação de quase 800 mil euros para as freguesias mostra preocupação com «equidade» no concelho de Braga