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Noite Branca regressa com “outra forma de ver” a cidade de Braga

Noite Branca regressa com “outra forma de ver” a cidade de Braga
Fotografia DR

Publicado em 04 de agosto de 2026, às 15:05

Os palcos da Praça Municipal e da Avenida Central preparam-se para acolher milhares de festivaleiros

De 4 a 6 de setembro, a cultura volta a ocupar inteiramente as ruas da cidade de Braga. A Noite Branca de 2026 apresenta-se com uma renovada identidade visual, adotando o mote “Em Braga, a noite tem outro ritmo” e recuperando o seu espírito original de uma celebração comunitária e de portas abertas, onde o livre acesso à arte e à criação dita o ritmo da cidade.

A componente musical volta a assumir um papel de grande destaque na vivência do evento, transformando o coração da cidade no ponto de encontro de milhares de visitantes. 

Nos dois grandes palcos instalados na Praça Municipal e na Avenida Central subirão alguns dos nomes mais reconhecidos da música nacional e lusófona. O público poderá contar com as atuações de GNR, Fernando Daniel, Papillon e Slow J, na sexta-feira, dia 4; Ana Moura, Tiago Bettencourt, Mizzy Miles e Anselmo Ralph, no sábado, dia 5, ficando o espetáculo de encerramento da programação musical, agendado para domingo, dia 6, a cargo de Bárbara Tinoco.

A sensivelmente um mês do regresso de uma das iniciativas mais aguardadas do ano, o evento assume uma imagem renovada, mais sóbria, contemporânea e preparada para evoluir ao longo das próximas edições. Esta nova linguagem gráfica não rompe com o percurso histórico do festival, mas assinala uma nova fase na forma como se comunica e se consolida na memória do público.

O ponto de partida conceptual para esta mudança reside na luz e na sua capacidade de criar contrastes, projetar sombras, revelar detalhes e alterar a perceção dos espaços do quotidiano, transformando o cenário urbano. É precisamente essa vertente camaleónica que inspira a nova marca e lança o desafio a cada visitante de experienciar “A mesma cidade. Outra forma de a ver”.

A par dos grandes concertos, a edição deste ano reforça o cuidado com o formato de “Noite em Branco”, convidando a explorar a cidade sem itinerário definido. Os museus e equipamentos culturais bracarenses voltam a abrir portas em horário alargado e com entrada gratuita, integrando na oferta exposições, performances, instalações artísticas, propostas dirigidas a famílias e novas abordagens ao património local.

Até à apresentação do livro de programação oficial, prevista para o final do mês de agosto, o Município de Braga continuará a desvendar novos momentos e intervenções artísticas que darão forma às ruas decoradas a rigor. 

«Porque a Noite Branca não se faz apenas do programa que apresenta. Faz-se da forma como cada pessoa escolhe vivê-la, alterando o compasso habitual da cidade», diz o município, em nota enviada ao Diário do Minho.