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Posições exacerbados em 1926 tiveram reflexos diretos na imprensa de Braga

Fotografia Francisco de Assis

Francisco de Assis

Jornalista

Publicado em 28 de maio de 2026, às 22:32

Conferência na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva mostrou que das «desinteligências» no Diário do Minho nasceu o Correio do Minho

A Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva promoveu esta tarde a conferência “O 28 de Maio e a cisão na imprensa de Braga”, com a participação de Damião Pereira, diretor do Diário do Minho; Paulo Monteiro, diretor do Correio do Minho; e o investigador/historiador Joaquim Gomes. Uma das ideias vincadas é que as posições  políticas e ideológicas exacerbadas que se viviam na sociedade portuguesa e não só, que culminaram no Golpe de Estado  que instaurou a ditadura em Portugal, tiveram reflexos diretos na imprensa de Braga. Das «desinteligências» na redação e direção do Diário do Minho nasceu o jornal Correio do Minho.

A iniciativa, realizada no âmbito do ciclo de conferências “Braga Memórias, decorreu precisamente no dia em que se completaram 100 anos do Golpe Militar, que começou precisamente em Braga, protagonizado por militares e civis antiliberais que resultou na queda da Primeira República.