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Musealização da Ínsula das Carvalheiras concluída em agosto

Musealização da Ínsula das Carvalheiras concluída em agosto
Fotografia DR

Redação/Lusa

Publicado em 25 de março de 2026, às 16:41

A empreitada foi adjudicada em 2024, por 3,8 milhões de euros, e inclui a criação de um centro de interpretação e um parque urbano.

A empreitada de musealização das ruínas arqueológicas da Ínsula das Carvalheiras, em Braga, estará concluída até meados de agosto, foi hoje anunciado.

Na reunião da Câmara de Braga de hoje, o executivo aprovou uma prorrogação, por 140 dias, do prazo de conclusão, justificada pela “complexidade” da obra e pelas intempéries do início do ano.

A empreitada foi adjudicada em 2024, por 3,8 milhões de euros, e inclui a criação de um centro de interpretação e um parque urbano.

Para a Câmara, a Ínsula das Carvalheiras será um local “de visita obrigatória” e “uma enorme mais-valia para a cidade”.

O projeto ficou concluído depois de mais de 20 anos de investigação, no âmbito de uma parceria entre o município de Braga e a Universidade do Minho.

Segundo o município, a Ínsula das Carvalheiras “vai proporcionar uma viagem no tempo, com a entrada num centro interpretativo que terá uma dimensão moderna e tecnológica e com um percurso até ao interior deste espaço que constitui um importantíssimo legado romano”.

Para além da componente arqueológica, o projeto prevê a criação de um parque urbano anexo às ruínas, que facultará um usufruto do espaço pelos cidadãos e o desenvolvimento de atividades culturais e de lazer.

“A cidade passará, assim, a dispor de uma ampla área patrimonial musealizada e aberta ao público, que constituirá um equipamento de grande valor histórico e cultural, verdadeiramente emblemático da origem romana de Braga, capaz de ajudar a reforçar a sua identidade e a diferenciar a oferta cultural da cidade”, diz ainda o município.